segunda-feira, 7 de outubro de 2013


Reflexão: Por que o ensino de ciências é importante para a sociedade do conhecimento?

O Ensino de Ciências é tão importante quanto o estudo de outra disciplina, o ensino de Ciências mostra que sempre há inúmeras explicações por trás dos acontecimentos e estimula a curiosidade sobre fatos e fenômenos.

A aula de Ciências quando bem ministrada propicia ao aluno entender o mundo e a natureza e, quando isso acontece o aluno passa a pensar de maneira cada vez mais lógica. É por meio das Ciências que podemos fazer com que o aluno entenda por que é necessário preservar a natureza, reciclar o lixo, não poluir a água e o ar.

Nós professores, temos que desenvolver em nossos alunos a capacidade de observar, de interpretar fatos e fenômenos que ocorrem para que eles possam fazer parte desse contexto, e assim, um cidadão consciente de suas ações no ambiente.

É com base nesses fatos que o estudo de Ciências incentiva o aluno a usar a imaginação e a capacidade de elaborar hipóteses até mesmo com seu conhecimento prévio, para depois relatar o que viu e o que imaginou e, ainda buscar por respostas.

As transformações que ocorreram nas últimas três décadas só aconteceram por causa do desenvolvimento da Ciência e da Tecnologia. Esse fato é importante, porque além de compreender melhor o mundo em que vivemos, também aprendemos noções de História das Ciências.

 

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Situação de Aprendizagem

I – Ao prepararmos uma receita de pão caseiro, contendo os seguintes ingredientes: farinha, água, sal, açúcar e fermento biológico. Observe as transformações químicas e descreva os eventos ocorridos.
Após o preparo, identifique as substâncias químicas utilizadas e represente-as por meio dos símbolos dos elementos químicos que as constituem.
Explorar as investigação.

II – Habilidades
1 – Descrever transformações químicas que ocorrem no cotidiano.
2 – Representar substâncias químicas por meio de símbolos dos elementos que as constituem.

Sequencia Didática

a)   Sensibilização/Sondagem: Explanar questionando para o aluno “Você já comeu pão?”, “Sabe a diferença entre o pão doce e o salgado?”, “O que gera os diferentes sabores de pão” e “Você já fez um pão?”.
b)      Problematização/Desafio: Quais são os ingredientes do pão? Você sabe qual a composição desses ingrediente?
c)       Contextualização: Utilização do pão, por exemplo no café da manhã. Fazer o pão lendo a receita. Ingredientes.
d)      Busca de dados de forma diversificada: Investigação da forma molecular das substâncias.
e)      Aprendizagem significativa e evolução contextual:
- O aluno já sabia que havia diferenças no sabor, na cor, na textura etc. Mas é necessário que o aluno compreenda que essas diferenças estão relacionadas com a composição química dos ingredientes (que são substâncias diferentes). É possível relacionar o tema com Situações de bimestres anteriores que trataram dos sentidos e como esses percebem o ambiente, em especial o paladar e o olfato.
f)       Sistematização do conhecimento: Explanação dialogada com tiradas de dúvidas e correções conceituais.
g)      Aplicação do conhecimento em situações novas: Pesquisa em casa e orientada no laboratório de informática. Se possível, também realizar um experimento separando a classe em grupos onde cada grupo deverá assar um pão de sabor diferente, possibilitando a visualização das transformações e revisando os conceitos de forma prática, agora.


 Conteúdo e Tema

Ciência e tecnologia: Constituição, interações e transformações dos materiais

9° Ano - 1° Bimestre

Competência e Habilidade

Descrever transformações químicas que ocorrem no cotidiano.

Sondagem

Investigativa, através de perguntas de seus conhecimentos prévios.

Problematização

Através de analise de alguns materiais como (prego, bombril, frutas em diferentes estado de amadurecimento) que sofrem processo de transformações.
1 - Os materiais tem o mesmo aspecto?
2 - Possuem o mesmo aspecto visual, cor, cheiro, estrutura física (pureza, textura, desprendimento de gazes)?

3 - O que pode ter provocado a transformação?

Contextualização

Discutir as hipóteses, colocadas pelos alunos durante a investigação dos materiais.

Conflito

Realização de experimento, levantado pelos alunos.

Propor uma experiência a ser realizada em casa com seguinte roteiro:

Materiais: frutas em fases de amadurecimentos.

Procedimento:

Após uma semana, verificar o que aconteceu com as frutas.

Sistematização - Partindo do coletivo

Desenvolver relatório com as orientações do professor, ao mesmo tempo utilizando o auxílio do livro didático, junto com o uso de informações tecnológicas do resultado da experiência.

Avaliação

Formativa através da observação, participação, interpretação.

Recuperação

Detectando as competências e habilidades não desenvolvidas, o professor poderá solicitar nova pesquisa.

Também pode ser de forma contínua, observando as lacunas de aprendizagem, com olhar diferenciado, para os alunos com maior dificuldades.

Postado por Ciências MGME.
Esta situação de aprendizagem foi feita no 2º encontro. Esta situação de aprendizagem chama a atenção para que deve haver a interação do professor com a sala. O professor tem que instigar os alunos a levantarem hipóteses mesmo que estas não estejam muito próximas do correto e, a partir daí desenvolver a aula.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

O ensino de Ciências .wmv

RESENHA
A IMPORTÂNCIA DA LEITURA
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução a Metodologia do Trabalho Científico: Elaboração de Trabalhos na Graduação. 7 ed. São Paulo: Atlas, 2005. p. 18-23
Maria Margarida de Andrade foi professora de Língua Portuguesa na Faculdade de Ciências Exatas e Experimentais da Universidade Mackenzie, na Universidade Campos Salles, na UNICID e também no curso de Jornalismo da Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbaro, é mestre em Filologia e Língua Portuguesa e também Doutora em Semiótica e Lingüística Geral pela USP, foi professora titular de Filologia Romântica e Metodologia Científica da Universidade Mackenzie. Entre suas obras estão: Como preparar trabalhos para cursos de Pós-graduação e Guia prático de redação e também Redação prática e Manual de elaboração de referências bibliográficas.
O avanço tecnológico na área de comunicações tem sido muito grande, mas ainda é através da leitura que se transmite e adquire cultura, por isso é indispensável nos cursos de graduação o ato de ler. Não é uma tarefa simples aprender a ler, exige-se uma postura crítica e muita disciplina por parte do estudante, do leitor, isto se adquire com a prática. É necessário para entender o que se está lendo ter sensibilidade, espírito de busca, aprofundar-se no conteúdo, identificar as idéias expostas pelo autor, sendo extremamente importante que o estudante, o leitor, venha a estabelecer um dialogo com o autor, desta forma aprofundando-se mais no conteúdo coma finalidade de reelaborar o texto. Deve-se considerar, porém os tipos, as modalidades e as finalidades da leitura. Quanto aos tipos de leitura cita-se a leitura verbal que é a leitura através de um símbolo e imagem, como por exemplo, as placas de trânsito e essa leitura por imagem e símbolos constituem uma linguagem universal, outro tipo é a leitura gestual e também a leitura por comunicação sonora, através de sons de apitos, assobios, buzinas, etc. A leitura nem sempre é utilizada como objetivo de adquirir conhecimento, ela pode ser casual, espontânea, como fonte de lazer e entretenimento. Quanto às modalidades a leitura pode ser oral ou silenciosa, poder ser técnica e de informação, pode ser também para higiene mental e lazer. A leitura também se divide em fases, isto a leitura informativa, sendo elas: reconhecimento ou pré-leitura; leitura seletiva, crítica ou reflexiva e ainda interpretativa. A leitura interpretativa é a mais complexa, compreendendo algumas etapas como procurar saber o que o autor afirma; dados e informações oferecidos; correlacionar afirmações do autor com os problemas que se procura solução; julgar o material coletado, como critério de verdade. O ato de ler, entender, interpretar, aprofundar no conteúdo é algo de extrema importância nos cursos de graduação e também para a vida e isso se adquire com a prática, quanto mais se Lê, mais se tende a gostar, começa a fazer parte da rotina diária do leitor.
O texto de Maria Margarida de Andrade ressalta sobre a importância da leitura que apesar de todos os avanços tecnológicos o ato de ler continua sendo fundamental para a transmissão e aquisição de cultura, além de ser habilidade indispensável para cursos de graduação. No texto a autora faz referências à alienação existente no meio escolar, onde a grande maioria dos alunos não sabe ler, porque não estão preocupados em entender e analisar o conteúdo, não tendo, portanto discernimento.
A professora Maria Margarida ressalta que a leitura não é apenas decifrar os códigos gráficos, mas para se ler é necessário ter postura crítica, sistemática e intelectual.São através dos livros que os autores expressam a forma como vêem o mundo, sendo evidente que o leitor deva estar preparado para o processo de leitura, superando as etapas de decodificação dos sinais gráficos; intelecção, ou seja, a percepção do assunto; interpretação e aplicação. O leitor só consegue penetrar no conteúdo se observar as idéias e intenção do texto, manter um diálogo com o autor, tornando-se co-autor e automaticamente acaba por reescrever a parcela do mundo que está sendo escrita no material lido, já a releitura do texto é fundamental, para conhecer novos significados que pretende transmitir a mensagem do autor.
Todo esse procedimento de leitura só será efetivamente concretizado se o leitor estabelecer a existência de uma unidade de leitura, que como ressalta o professor Severino pode ser através de capítulo, seção ou qualquer outra subdivisão, permitindo que se possa trabalhar sobre a mesma.
O tamanho de cada unidade de leitura deve ser definido por sua natureza, com a familiaridade do assunto e da maneira continua, o que certamente facilitará para que o leitor possa vencer as várias etapas,assimilar a mensagem, interpretá-la e aplicá-la de forma critica, consistente e reflexiva. Por outro lado deve-se evitar intervalos de tempo muito grandes ou até mesmo retrocessos no tempo, para que não se confunda as etapas da análise.
RESENHA
A IMPORTÂNCIA DA LEITURA
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução a Metodologia do Trabalho Científico: Elaboração de Trabalhos na Graduação. 7 ed. São Paulo: Atlas, 2005. p. 18-23
Maria Margarida de Andrade foi professora de Língua Portuguesa na Faculdade de Ciências Exatas e Experimentais da Universidade Mackenzie, na Universidade Campos Salles, na UNICID e também no curso de Jornalismo da Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbaro, é mestre em Filologia e Língua Portuguesa e também Doutora em Semiótica e Lingüística Geral pela USP, foi professora titular de Filologia Romântica e Metodologia Científica da Universidade Mackenzie. Entre suas obras estão: Como preparar trabalhos para cursos de Pós-graduação e Guia prático de redação e também Redação prática e Manual de elaboração de referências bibliográficas.
O avanço tecnológico na área de comunicações tem sido muito grande, mas ainda é através da leitura que se transmite e adquire cultura, por isso é indispensável nos cursos de graduação o ato de ler. Não é uma tarefa simples aprender a ler, exige-se uma postura crítica e muita disciplina por parte do estudante, do leitor, isto se adquire com a prática. É necessário para entender o que se está lendo ter sensibilidade, espírito de busca, aprofundar-se no conteúdo, identificar as idéias expostas pelo autor, sendo extremamente importante que o estudante, o leitor, venha a estabelecer um dialogo com o autor, desta forma aprofundando-se mais no conteúdo coma finalidade de reelaborar o texto. Deve-se considerar, porém os tipos, as modalidades e as finalidades da leitura. Quanto aos tipos de leitura cita-se a leitura verbal que é a leitura através de um símbolo e imagem, como por exemplo, as placas de trânsito e essa leitura por imagem e símbolos constituem uma linguagem universal, outro tipo é a leitura gestual e também a leitura por comunicação sonora, através de sons de apitos, assobios, buzinas, etc. A leitura nem sempre é utilizada como objetivo de adquirir conhecimento, ela pode ser casual, espontânea, como fonte de lazer e entretenimento. Quanto às modalidades a leitura pode ser oral ou silenciosa, poder ser técnica e de informação, pode ser também para higiene mental e lazer. A leitura também se divide em fases, isto a leitura informativa, sendo elas: reconhecimento ou pré-leitura; leitura seletiva, crítica ou reflexiva e ainda interpretativa. A leitura interpretativa é a mais complexa, compreendendo algumas etapas como procurar saber o que o autor afirma; dados e informações oferecidos; correlacionar afirmações do autor com os problemas que se procura solução; julgar o material coletado, como critério de verdade. O ato de ler, entender, interpretar, aprofundar no conteúdo é algo de extrema importância nos cursos de graduação e também para a vida e isso se adquire com a prática, quanto mais se Lê, mais se tende a gostar, começa a fazer parte da rotina diária do leitor.
O texto de Maria Margarida de Andrade ressalta sobre a importância da leitura que apesar de todos os avanços tecnológicos o ato de ler continua sendo fundamental para a transmissão e aquisição de cultura, além de ser habilidade indispensável para cursos de graduação. No texto a autora faz referências à alienação existente no meio escolar, onde a grande maioria dos alunos não sabe ler, porque não estão preocupados em entender e analisar o conteúdo, não tendo, portanto discernimento.
A professora Maria Margarida ressalta que a leitura não é apenas decifrar os códigos gráficos, mas para se ler é necessário ter postura crítica, sistemática e intelectual.São através dos livros que os autores expressam a forma como vêem o mundo, sendo evidente que o leitor deva estar preparado para o processo de leitura, superando as etapas de decodificação dos sinais gráficos; intelecção, ou seja, a percepção do assunto; interpretação e aplicação. O leitor só consegue penetrar no conteúdo se observar as idéias e intenção do texto, manter um diálogo com o autor, tornando-se co-autor e automaticamente acaba por reescrever a parcela do mundo que está sendo escrita no material lido, já a releitura do texto é fundamental, para conhecer novos significados que pretende transmitir a mensagem do autor.
Todo esse procedimento de leitura só será efetivamente concretizado se o leitor estabelecer a existência de uma unidade de leitura, que como ressalta o professor Severino pode ser através de capítulo, seção ou qualquer outra subdivisão, permitindo que se possa trabalhar sobre a mesma.
O tamanho de cada unidade de leitura deve ser definido por sua natureza, com a familiaridade do assunto e da maneira continua, o que certamente facilitará para que o leitor possa vencer as várias etapas,assimilar a mensagem, interpretá-la e aplicá-la de forma critica, consistente e reflexiva. Por outro lado deve-se evitar intervalos de tempo muito grandes ou até mesmo retrocessos no tempo, para que não se confunda as etapas da análise.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013


Caros colegas, estou postando aqui um dos temas que trabalhei com os alunos no 3º bimestre.

1º Ano EM.

Conteúdo: tipos de doença e mortalidade de acordo com a faixa etária.

Competências e habilidades: familiarizar-se coma classificação de doenças; interpretar informações em tabelas; visualizar proporções e calcular porcentagens; reconhecer os riscos para as diferentes faixas etárias; reconhecer a principal causa de morte entre as pessoas de sua idade. Destacar para os alunos que os planos de saúde também usam uma faixa etária para as cobranças de suas mensalidades, porém uma faixa etária diferente da do caderno do aluno.

Estratégias: leitura da tabela apresentada no caderno do aluno; descrever sobre cada uma das doenças, exemplo: doenças malignas; discussão no grupo; dar ênfase na causa de morte (causas externas). Leitura e discussão de texto extraído da Folha online- 18/07/2012 - 06h00 Estudo mapeia mortes de jovens no Brasil.  AFONSO BENITES  DE SÃO PAULO. Após discussão, resolução de exercícios.

Recursos: caderno do aluno e texto extraído da internet.